Histórico do Sicoob Empresarial

A Cooperativa de Crédito da Indústria (Credindústria), inaugurada pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a primeira cooperativa de crédito do País formada por industriais de diferentes seguimentos. Trata- se da uma iniciativa de empresários brasilienses com apoio da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), que cedeu um espaço em sua sede para a instalação da cooperativa. O objetivo principal da Credindústria é oferecer crédito barato às micro e pequenas empresas bem como seus empreendedores e funcionários. O presidente da cooperativa, empresário José Carlos De Luca afirma que “Nosso diferencial em relação aos bancos é, além das taxas bancárias e juros mais baixos, um atendimento diferenciado”.
 
A cooperativa iniciou suas atividades com um ativo de R$ 1 milhão, entre capitalização, depósitos e aplicações, e uma capacidade de empréstimo de R$ 5 milhões, com recursos do Bancoob, o banco das cooperativas, que é o braço operacional da cooperativa e movimenta recursos do BNDES e FINEP.
 
O presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), Antônio Rocha da Silva, foi um dos lutadores para a criação da Credindústria e um dos primeiros a assinar a ficha de filiação. Para ele, o cooperativismo é o futuro do Brasil e o único mecanismo capaz de ampliar a produção, porque tem como foco o pequeno aplicador, seja ele pessoa física ou jurídica. Ele acredita que a Credindústria em pouco tempo será o principal instrumento de crédito para o pequeno empreendedor que, na maioria das vezes, não tem acesso ao crédito oferecido pelos bancos, que exigem garantias muitas vezes maiores que o próprio capital imobilizado da empresa e oferece muita burocracia.
 
A diferença entre os juros é explicada pela natureza da instituição. Segundo De Luca, a cooperativa tem como missão prestar serviços a seus cooperados, portanto, não cobra serviços bancários e não visa lucro. Além disso, não recolhe o depósito compulsório exigido pelo Banco Central, ficando com mais recursos para emprestar. No final do ano, os cooperados dividem o lucro e/ou reinvestem o capital. “Todos os cooperados são donos, e é assim que queremos que eles se sintam”, diz.
 

FONTE: REVISTA FIBRA


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